
No próximo sábado (29), acontece um dos eventos astronômicos mais impressionantes: um eclipse solar. Este é o segundo dos quatro eclipses de 2025 – o primeiro foi lunar, em 14 de março. A observação do espetáculo, infelizmente, é um privilégio para apenas algumas regiões da Terra.
Desta vez, será um eclipse parcial – que é o tipo mais comum dos quatro. Esse fenômeno acontece quando apenas uma parte do Sol é coberta pela Lua. Nesse caso, praticamente não há alteração da luminosidade do dia.
Quando todo o disco solar é bloqueado pela Lua, temos o eclipse total, fazendo o dia escurecer por completo. Já o eclipse solar anular é bem parecido com o total, porque a Lua cobre o Sol, mas deixa um círculo de luz visível em seu entorno – o chamado “Anel de Fogo”. Isso acontece porque ela está mais distante da Terra (no apogeu ou próximo a ele), fazendo com que sua circunferência aparente seja menor que a do Sol.
De acordo com a plataforma TimeAndDate, o eclipse solar parcial de sábado poderá ser visto por completo por cerca de 814 milhões de pessoas ao redor do mundo – o que representa 9,94% da população global. Outras 975,8 milhões de pessoas (ou cerca de 11,91% de todo o planeta) poderão ver de 10% a 90% do evento.
Esses observadores estão localizados na Europa, norte da Ásia, norte e oeste da África, grande parte da América do Norte, norte da América do Sul, Atlântico e Ártico.
Segundo o guia de observação astronômica StarwalkSpace, nos países ocidentais, o ápice do fenômeno ocorrerá antes do amanhecer, impossibilitando a observação. Deste lado do mundo, o evento será visível no nordeste da América do Norte, especialmente na Groenlândia (com 87% de cobertura do Sol em Sisimiut) e no Canadá (com 92% de cobertura do Sol em Iqaluit).
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