
O Homem Vitruviano, de Leonardo da Vinci, é um dos desenhos mais importantes da história. A pintura, que data de 1490, retrata um homem nu em 2 posições, dentro de um círculo e de um quadrado.
A inspiração para a obra veio do arquiteto romano Marco Vitrúvio Polião, que viveu entre os séculos I e II. Vitrúvio tinha a seguinte tese: segundo ele, o corpo humano possuía as mesmas proporções harmônicas das construções de templos do período clássico.
Uma curiosidade é que Da Vinci não deixou nenhuma anotação específica sobre o desenho, o que suscitou uma série de debates ao longo do tempo – e nas mais diversas áreas, da Arquitetura à Matemática, da Cosmologia à anatomia humana.
Será que o inventor já conhecia a ideia de proporção áurea? Será que os traços eram meramente artísticos e não tinham nada de técnicos? Ou Da Vinci estava à frente do seu tempo e antecipou mesmo alguns conceitos modernos?
A descoberta reacende o fascínio pela genialidade de Da Vinci, reforçando a ideia de que seu trabalho transcende a arte e antecipa os princípios da ciência moderna.
É claro que o artigo do dentista não traz uma resposta definitiva sobre a obra do italiano. Ela, no entanto, traz argumentos fortes sobre esse mistério que já dura mais de 500 anos.
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