
A radiação cósmica é um fenômeno composto por raios cósmicos de alta energia que vêm de várias regiões do espaço e atingem a Terra diariamente. Elas são frutos de erupções solares e explosões de supernovas (fenômeno que consiste em estrelas que viveram milhões de anos e passam por uma redução dos elementos químicos, dando origem a uma grande explosão).
Vale destacar que a radiação cósmica é diferente da radiação terrestre, que tem como fonte componentes que estão no solo, como urânio, potássio e itens de decomposição do urânio, como rádon e rádio.
Se você assistiu a alguma obra da franquia “Quarteto Fantástico”, com certeza deve se lembrar que os quatro astronautas sofreram com uma tempestade repleta de radiação cósmica e, assim, ganharam superpoderes.
A pergunta que fica é: e na vida real, o que pode acontecer com o corpo humano ao ser exposto à radiação cósmica? Isso depende da quantidade de raios cósmicos que a pessoa recebe em sua exposição. Em altas doses, o resultado pode ser a danificação do tecido biológico e rompimento de moléculas de DNA.
Além disso, uma exposição prolongada pode elevar o risco de catarata, câncer, problemas reprodutivos e até atrapalhar a geração de novas células no cérebro.
Apesar de entrarem em baixa quantidade na atmosfera, por conta da defesa natural que a Terra possui contra a radiação cósmica, absorvendo a maioria dos raios cósmicos, algumas partículas chegam ao solo e são capazes de adentrar ao corpo humano. Porém, as quantidades são pequenas.
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