Julia Monteiro
Julia Monteiro
Ciência e Espaço · 23 de setembro de 2025 · 2 min de leitura ·

Segundo maior diamante do mundo atiça mercado de luxo

Segundo maior diamante do mundo atiça mercado de luxo

Descoberto em uma prolífera fonte africana de pedras preciosas, o segundo maior diamante do logo poderá ter um comprador ou ir parar em um museu. A HB Antwerp, empresa que tem a posse da pedra no momento, está analisando o material para precificá-lo.

Nomeado de Motswedi, esse diamante foi descoberto em 2024, na mina de Karowe, no nordeste de Botsuana, na África – conhecida como a maior produtora de diamantes do continente. Com, 2.488 quilates e pesando cerca de meio quilo, a pedra agora está na Antuérpia, Bélgica, onde aguarda precificação para ter seu destino definido.

A área de mineração é propriedade da companhia canadense Lucara, que tem parceria com a HB Antwerp para processar e comercializar as pedras acima de 10,8 quilates. A equipe belga primeiro inspeciona o cristal para depois polir e precificar.

“No momento, é muito difícil dar um preço a ela. Primeiro, precisamos inspecionar a pedra e ver o que podemos extrair dela em forma polida” disse Margaux Donckier, diretora de relações públicas da HB Antwerp, em entrevista à AFP.

Motswedi faz parte de uma coleção de quatro gemas, onde está incluso o terceiro maior diamante do mundo, também descoberto em Karowe neste ano. Segundo a empresa, o conjunto todo pode valer cerca de US$100 milhões (R$529 milhões na cotação atual).

Donckier relatou que a pedra já tem interessados em todo o globo. A empresa considera que os cristais podem acabar em um museu ou na coleção de um sheik.

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