
A geração de energia a partir de alternativas limpas está ganhando força como forma de combater as mudanças climáticas. Além dos benefícios para o planeta, a transição energética também é uma aposta para atender ao aumento da demanda, impulsionada pelo boom da inteligência artificial.
Em meio a este cenário, diversos países se comprometeram a substituir sistemas baseados em combustíveis fósseis. Mas, ao contrário do que se possa imaginar, essa transformação não está sendo liderada pelas nações mais ricas.
Dados da Statista, plataforma online que oferece estatísticas sobre os mais diversos assuntos, apontam que a América Latina e o Caribe possuem uma das redes de energia mais limpas do mundo. Nestes locais, cerca de 60% da eletricidade é gerada a partir de fontes renováveis, enquanto na União Europeia o número ainda fica abaixo dos 50%.
Além disso, os investimentos no setor têm aumentado. São mais de 1.800 projetos atualmente em desenvolvimento, com custo estimado de US$ 113 bilhões (mais de R$ 610 bilhões), segundo dados da BNamericas.
E ainda há muito espaço para melhorar. No México, por exemplo, 75% da energia produzida ainda depende de combustíveis fósseis. As autoridades do país projetam reduzir este número nos próximos anos, conforme informações do portal ContraRéplica-Puebla.
Por outro lado, o Brasil é um exemplo a ser seguido. No país, a geração de eletricidade a partir de fontes renováveis chega a aproximadamente 88%, segundo os dados mais recentes divulgados pelo Ministério de Minas e Energia.
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