
Após a explosão do foguete da Innospace na noite desta segunda-feira (22) e a forte reação negativa do mercado mesmo com uma carta oficial do CEO, Kim Soo-jon, a empresa já começa a pensar em voos futuros.
Na mesma carta, Soo-jon afirma que a Innospace quer voltar aos céus com voos comerciais no primeiro semestre do ano que vem.
“Com base nos dados e análises obtidos neste lançamento, a empresa dará início rapidamente às correções técnicas necessárias e a verificações adicionais, passando por um processo adequado de melhorias. Nosso objetivo é retomar os lançamentos comerciais no primeiro semestre do próximo ano”, disse o CEO.
O executivo prossegue ao comparar a situação atual com semelhantes, vividas por empresas, como a SpaceX, que demorou um pouco até chegar aos lançamentos sem maiores intercorrências.
“Assim como ocorreu com outras grandes empresas globais de lançadores, que aumentaram a maturidade tecnológica acumulando dados reais nas fases iniciais de seus lançamentos comerciais, acreditamos que esta experiência será uma base fundamental para elevar a probabilidade de sucesso dos próximos lançamentos”, prossegue.
Na carta, não fica claro se os próximos lançamentos serão no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), mas a Agência espacial Brasileira (AEB) atesta que a sul-coreana possui um acordo de prestação de serviços de retribuição ao Estado com o Governo Brasileiro, abrindo brecha para que as próximas tentativas ocorram ainda em 2026 no Brasil.
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