Julia Monteiro
Julia Monteiro
Ciência e Espaço · 1 de janeiro de 2026 · 2 min de leitura ·

Primeira Superlua do ano e chuva de meteoros; confira o Calendário Astronômico de janeiro

Primeira Superlua do ano e chuva de meteoros; confira o Calendário Astronômico de janeiro

2026 finalmente chegou e agora temos uma nova lista de eventos astronômicos incríveis. Neste Calendário Astronômico vamos colocar os principais do mês de janeiro, mas caso queira conferir todos os principais eventos do ano, o Olhar Digital também preparou uma lista, assim como dos Eclipses e Superluas.

Aliás, em janeiro de 2026 temos a primeira Superlua do novo ano além de uma esperada chuva de meteoros. Confira só!

Lembrando que todas as datas e horários fornecidos têm como referência um observador em Brasília (DF) e podem variar ligeiramente de acordo com a localidade. Para verificar na sua região é recomendável usar aplicativos de orientação (como Star Walk, Stellarium ou SkySafari) para localizar rapidamente qualquer objeto celeste.

3 de janeiro: A primeira Superlua de 2026 ocorrerá em janeiro, quando a Lua cheia coincidirá com o perigeu, o ponto mais próximo da Terra em sua órbita. Nessas condições, o disco lunar aparecerá ligeiramente maior e mais brilhante do que o habitual. O efeito visual é sutil, mas perceptível, sobretudo quando a Lua estiver baixa no horizonte durante o nascer ou o pôr.

3 de janeiro: Chuva de meteoros do Quadrântidas. Uma das chuvas mais intensas do ano em termos de pico, embora de curta duração. As Quadrântidas podem produzir dezenas de meteoros por hora em condições ideais. No Brasil, entretanto, a observação é limitada, pois o radiante permanece baixo no horizonte norte antes do amanhecer, reduzindo significativamente a quantidade de meteoros visíveis.

8 de janeiro: O cometa 24P/Schaumasse alcançará seu periélio, o ponto de máxima aproximação do Sol. Nesse período, estima-se que seu brilho atinja a magnitude 7,7, o que permitirá sua observação através de telescópios ou binóculos potentes em locais com pouca poluição luminosa. Visível em ambos os hemisférios, ele estará mais alto no céu para os observadores do Hemisfério Norte.

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