Julia Monteiro
Julia Monteiro
Ciência e Espaço · 4 de fevereiro de 2026 · 2 min de leitura ·

Ciclone e frente fria devem levar chuva forte para várias regiões do Brasil

Ciclone e frente fria devem levar chuva forte para várias regiões do Brasil

Um ciclone extratropical e uma frente fria devem provocar chuva forte nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste entre esta quarta-feira (04) e o fim de semana. Essa combinação pode gerar acumulados de chuva de até 130 milímetros em período curto, o que traz risco de alagamentos, enxurradas e deslizamentos.

Por isso, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mantém avisos de perigo válidos até sexta-feira (06). Essa instabilidade toda é reforçada pela Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), que canaliza a umidade da Amazônia para o centro-sul do país.

A formação de uma área de baixa pressão na costa da região Sudeste cria uma frente fria que deve intensificar tempestades nesta semana. Enquanto Norte e Centro-Sul podem enfrentar bastante chuva, o Nordeste lida com uma massa de ar seco e calor intenso. Confira abaixo a previsão do tempo por região, segundo o G1:

O cenário é dividido entre a instabilidade no leste e o tempo firme no interior. Volumes de chuva mais persistentes são esperados para o litoral de Santa Catarina e o leste do Paraná, mantendo cidades como Curitiba nubladas e úmidas ao longo do dia. No Rio Grande do Sul, a tendência é de tempo mais aberto, o que favorece a elevação das temperaturas, com Porto Alegre podendo registrar máxima de 34°C.

A partir de sexta-feira (06), uma nova frente fria deve se aproximar da região, trazendo pancadas de chuva mais fortes. Até lá, as temperaturas seguem amenas em Curitiba (entre 19°C e 27°C) e moderadas em Florianópolis, que deve chegar aos 30°C.

A região está sob alerta de perigo devido à formação de um ciclone extratropical na costa, que intensifica a chegada de umidade da Amazônia. Espera-se chuva forte e temporais com volumes que podem atingir 130 mm, o que aumenta o risco de alagamentos, enxurradas e deslizamentos, especialmente no litoral paulista e na Região Serrana do Rio de Janeiro.

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