
![]()
A partir deste sábado, eles não poderão mais dispensar a tela que solicita o aceite aos novos termos, embora ainda possam receber ligações e responder às mensagens por meio de notificações.
Com o tempo, no entanto, até mesmo isso será desativado, deixando aos usuários apenas duas opções: aceitar as novas regras ou excluir totalmente suas contas.

A empresa afirma que as mudanças reais são pequenas e que a onda de pânico dos usuários foi impulsionada mais pela disseminação de desinformação (ironicamente, por meio do próprio aplicativo de mensagens) do que por quaisquer preocupações razoáveis.
Mas, segundo analistas, a aceitação das regras é crucial se o Facebook quiser atingir seu objetivo: transformar o serviço em um “aplicativo para tudo”, por meio do qual os usuários podem conversar não apenas com amigos, colegas e familiares, mas também pedir comida, pagar contas de serviços públicos e entrar em contato com serviços públicos essenciais. Tal como acontece com o equivalente oriental WeChat.
Leia mais:
- TikTok proíbe perfis de menores de 13 anos e exclui mais de 500 mil contas
- Consulte calendário de prova de vida do INSS e não tenha benefício bloqueado
- Kantar Ibope somará audiência do YouTube com a da TV
Mas quando a mudança foi apresentada para os usuários, em janeiro deste ano, instalou-se o pânico, levando a milhões de novas inscrições para serviços concorrentes, como Signal e Telegram, o que gerou um atraso de três meses nos planos.
Apesar disso, porém, Daniel O’Connell, vice-presidente da área de pesquisas da Gartner, empresa especializada em pesquisas, consultorias, eventos e prospecções do mercado de Tecnologia da Informação, prevê sucesso.
Já assistiu aos nossos novos vídeos no YouTube? Inscreva-se no nosso canal!

Flávia Correia é jornalista do Olhar Digital, cobrindo Ciência e Espaço.

Lyncon Pradella é jornalista formado pela Universidade Nove de Julho. Foi estagiário da RedeTV! e repórter freelancer do UOL antes de se tornar Editor do Olhar Digital.
Entre para comentar.