
Conforme noticiado pelo Olhar Digital, um asteroide de grandes proporções vai fazer uma passagem próxima da Terra neste sábado (27). As estimativas indicam que a rocha espacial, denominada 152637 (1997 NC1), tem entre 750 e 1.650 metros de diâmetro.
Embora a dimensão do asteroide possa assustar, não há motivo para preocupação. De acordo com a Agência Espacial Europeia (ESA), o objeto passará a mais ou menos 2,56 milhões de quilômetros do nosso planeta. Isso equivale a cerca de 6,6 vezes a separação média entre a Terra e a Lua, distância considerada segura pelos especialistas.
Mas o que aconteceria se um asteroide desse porte estivesse realmente em rota de colisão com a Terra? Como os cientistas identificam essas ameaças e quais medidas poderiam ser adotadas para reduzir os riscos? Essas questões serão discutidas no Olhar Espacial desta sexta-feira (26), que terá como tema a Defesa Planetária.
O programa vai detalhar o trabalho de vigilância dos asteroides próximos da Terra, revelando como esses objetos são detectados e monitorados e como a ciência se prepara para enfrentar uma possível ameaça.
Diferentemente do que muita gente imagina, essa tarefa não é realizada pela NASA. A busca por asteroides potencialmente perigosos envolve uma rede internacional formada por universidades, centros de pesquisa, agências espaciais e cientistas cidadãos que colaboram na observação do céu.
No Brasil, destaca-se o trabalho do SONEAR, um observatório mantido por astrônomos amadores em Caeté, Minas Gerais, que já descobriu dezenas de asteroides próximos à Terra – e alguns, bem perigosos!
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