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Em entrevista ao The Verge, o vice-presidente de monetização da empresa, John Hegeman, disse que a empresa ainda está comprometida em expandir seus negócios de anúncios e que não tem planos de permitir que as pessoas paguem para desativar os anúncios em seus aplicativos. “Acho que vemos oportunidades para construir novos tipos de produtos, recursos e experiências pelas quais as pessoas estariam dispostas a pagar e empolgadas com isso”, disse. Porém, Hegeman não detalhou os recursos pagos que estão sendo considerados.

A receita da Meta vem quase inteiramente de anúncios e, embora já tenha vários recursos pagos em seus aplicativos, a gigante da mídia social não priorizou a cobrança dos usuários até agora. Para Hegeman, essa fonte de receita pode se tornar uma parte mais significativa dos negócios a longo prazo. “Em um horizonte de tempo de cinco anos, acho que isso pode realmente mudar a agulha e fazer uma diferença bastante significativa”, acrescentou.
A Meta não está sozinha e nem é a primeira nesse processo (muito pelo contrário). As redes sociais têm se voltado cada vez mais para cobrança nos últimos dois anos. O TikTok começou a testar assinaturas pagas para criadores no início deste ano, o Twitter pagou Super Follows, e o Discord ganha dinheiro inteiramente com sua assinatura Nitro. Além disso, este ano, o Telegram e o Snapchat adicionaram níveis pagos que desbloqueiam recursos adicionais.
“Obviamente, estamos prestando atenção ao que está acontecendo na indústria”, disse Hegeman. “E acho que existem várias empresas que fizeram coisas interessantes neste espaço. Espero que possamos aprender e imitar ao longo do tempo”, admitiu.
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Jeniffer Cardoso é formada em jornalismo pela Universidade Metodista de SP e trabalha na área desde 2004. Chegou ao Olhar Digital em 2021, para atuar na distribuição de conteúdo nas redes sociais.

Acsa Gomes é formada em Comunicação Social com ênfase em Jornalismo pela FAPCOM. Chegou ao Olhar Digital em 2020, como estagiária. Atualmente, faz parte do setor de Mídias Sociais.
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