

Durante o Google for Brasil 2023, o gigante das buscas comentou que está praticamente pronto para lançar o Bard, sua inteligência artificial generativa, em nosso país. Os passos tomados agora estão focados em curadoria e análise para que o português brasileiro esteja implementado corretamente.
O que você precisa saber:
- O Bard é a resposta do Google para o ChatGPT da Open IA, sendo uma inteligência artificial generativa focada em texto
- Ele foi anunciado recentemente e ainda não chegou ao Brasil, mas o Google confirmou que está refinando a plataforma para seu lançamento por aqui
- Neste momento existe trabalho de curadoria e análise para que o português brasileiro esteja completamente implementado
- Ele chegará junto de outras soluções, sendo uma delas na criação de campanhas publicitárias inteiras para empreendedores
Mesmo focando os lançamentos do Google for Brasil em programas conhecidos, como YouTube, combate à desinformação, Google Maps e cursos, o gigante das buscas comentou a ausência do Bard no Brasil, mesmo que falando em inglês ou outro idioma para o brasileiro experimentar sua IA generativa.
O Bard é um chatbot criado e anunciado pelo Google logo quando o ChatGPT ganhou expressão e ficou famoso. Ele voltou para o desenvolvimento e vem sendo entregue como produto final para alguns países, mas este não é o cenário do Brasil.

Durante o Google for Brasil 2023, Fábio Coelho, presidente do Google no Brasil, disse ao Olhar Digital que o serviço de inteligência artificial generativa será lançado no país já nos próximos meses.
As nossas soluções de inteligência artificial generativa vão chegar ao Brasil ainda neste ano, nos próximos meses. A gente está passando por um processo de curadoria, de análise e aperfeiçoamento para que ela possa chegar bem ao Brasil.
Bard do Google faz mais do que apenas conversar
Já Claudia Tozetto, gerente de comunicações e relações públicas do Google, deu a entender que o obstáculo para o lançamento do Bard no Brasil realmente está vinculado ao conhecimento de nosso idioma pela ferramenta.
Estamos com uma postura cautelosa no rollout, que é esse processo de expansão global do produto (o Bard) e isso não é exclusivo do Brasil. Em outros países a gente também adota essa postura. Assim continuamos ousados no sentido de estar no front da tecnologia com IA generativa e ao mesmo tempo estamos cautelosos em como levamos isso para o usuário.
A gente vem integrando IA generativa para ajudar os anunciantes a criar imagens, valorizar os produtos, ajudar pessoas sem conhecimento em marketing digital para que rodem campanhas online. Neste momento a inteligência cria a campanha inteira do zero.
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André Fogaça é jornalista formado pela FIAM FAAM, com mais de 12 anos de experiência e conhecimento acumulado em mais de 500 reviews de celulares e tablets. Já passou pelo Canaltech e Tecnoblog.
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