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X: em busca do ponto de equilíbrio
Rede social passou por uma série de demissões
- O bilionário comprou o Twitter em outubro do ano passado, por US$ 44 bilhões (cerca de R$ 212 bilhões), e logo em seguida promoveu uma série de demissões em massa para tentar equilibrar as contas da empresa.
- Segundo o dono da rede social, os gastos foram reduzidos em US$ 1,5 bilhão, e a plataforma está a caminho de registrar US$ 3 bilhões em receita em 2023, contra US$ 5,1 bilhões em 2021.
- Durante a entrevista desta quinta, Yaccarino afirmou que a equipe do X encolheu de quase 8.000 funcionários para apenas cerca de 1.500 trabalhadores desde a aquisição por Musk, segundo informações da CNN.
Associação ao nazismo é novo revés para o antigo Twitter
- Apesar da volta de alguns anunciantes, o desafio do antigo Twitter ainda é gigante.
- A organização sem fins lucrativos Media Matters for America documentou em um relatório publicado nesta quarta-feira (16) que anúncios de de marcas como Adobe, Gilead Sciences e Associação de Televisão da Internet e da Internet (NCTA) foram veiculados em uma conta que compartilhou conteúdo celebrando Hitler e o Partido Nazista.
- Em função do caso, a NCTA e a Gilead anunciaram a suspensão de investimentos com anúncios na plataforma (veja mais sobre o assunto clicando aqui).
- As denúncias vieram à tona logo após Linda Yaccarino prometer proteger as marcas de terem anúncios exibidos ao lado de conteúdos considerados prejudiciais.
- O X disse que havia implementado controles adicionais de segurança da marca para anunciantes, incluindo a capacidade de evitar que seus anúncios fossem exibidos ao lado de “discurso de ódio, conteúdo sexual, obscenidade, spam e drogas”.
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Alessandro Di Lorenzo é editor do Olhar Digital e formado em jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Bruno Ignacio é jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero. Com 10 anos de experiência, é especialista na cobertura de tecnologia e conteúdo perene. Atualmente, é colaborador no Olhar Digital.
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