
![]()
Leia mais:
“Trabalhamos muito no combate a disparos de mensagens em massa”, afirmou Cathcart à Folha. “Aumentamos muito nossa capacidade de detectar e banir pessoas que estão criando várias contas para enviar mensagens em massa. E manteremos nossa parceria com o TSE [Tribunal Superior Eleitoral], trabalhando com checadores de fatos.”
Uma questão importante discutida foi a regulamentação proposta em vários países, incluindo o Brasil, que poderia comprometer a criptografia do aplicativo. Cathcart expressou preocupação com medidas que minariam a privacidade das comunicações e acredita que a criptografia é vital para garantir que as pessoas possam conversar sem que suas conversas sejam monitoradas por terceiros.
Obviamente, trata-se de IA, então estamos aprendendo. Mas trata-se de uma maneira de acessar informações sem ter que pesquisar na internet, entrar em sites. O último que já anunciamos, e esperamos que chegue ao Brasil em breve, é a IA para ajudar as empresas a responderem aos seus clientes.
Por fim, ele respondeu à questão das chamadas alucinações de IA, que leva os chatbots a inventarem informações e mentirem. “[A] Meta tem trabalhado com parceiros do setor, como a Microsoft, para validar e avaliar a IA, utilizando várias técnicas para treinar a IA a responder corretamente e como evitar viés”, disse Cathcart.

Ana Figueiredo é editora de tecnologia do Olhar Digital. É formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU).
Entre para comentar.