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Cappelli foi secretário-executivo do Ministério da Justiça após a saída de Flávio Dino, que se tornou ministro do Supremo Tribunal Federal. Desde então, ele comanda a agência, vinculada ao Ministério da Indústria.
Segundo ele, a medida visa proteger a soberania brasileira. Além disso, o presidente da ABDI garantiu que a rede social poderá continuar sendo utilizada normalmente pela população brasileira, ficando proibido o uso apenas em órgão ligados ao governo.
Ricardo Cappelli ainda afirma que já cogitava adotar esta medida quando ocupava cargo no Ministério da Justiça. Naquele momento, ele disse ter discutido a contratação de plataforma própria para as polícias e a Polícia Federal.
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Alessandro Di Lorenzo é editor do Olhar Digital e formado em jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
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