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Internet e Redes Sociais · 17 de setembro de 2024 · 4 min de leitura ·

8 influenciadores que abriram o jogo sobre saúde mental nas redes sociais

8 influenciadores que abriram o jogo sobre saúde mental nas redes sociais

A relação entre saúde mental e exposição nas redes sociais tem sido amplamente discutida, principalmente com os depoimentos pessoais de grandes influenciadores. O uso constante dessas plataformas pode tanto influenciar positivamente quanto negativamente o bem-estar emocional.

As redes sociais oferecem benefícios, como conexão e acesso à informação, mas também podem trazer desafios que impactam a saúde mental. E além disso, para alguns influenciadores, compartilhar suas experiências com saúde mental, como lutas contra a depressão ou ansiedade, pode servir de inspiração para seus seguidores, promovendo empatia e normalizando a busca por tratamento. Veja a seguir 8 exemplos de influencers que sofreram na pele os efeitos negativos das redes sociais.

A exposição nas redes aumenta a vulnerabilidade a críticas, comentários ofensivos e cyberbullying. Para influenciadores e pessoas muito expostas, isso pode gerar um impacto direto na saúde mental, como depressão e ansiedade.

Mesmo para usuários comuns, a possibilidade de receber comentários negativos ou ser alvo de bullying online pode afetar significativamente o bem-estar, a ponto de preocupar profissionais da saúde, inclusive sobre como aumentam o risco de comportamentos suicidas.

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O cyberbullying é uma das maiores ameaças nas redes sociais, especialmente entre adolescentes e jovens. O assédio online, a exposição pública e os ataques constantes podem agravar sentimentos de solidão, depressão e ansiedade, levando ao aumento do risco de suicídio.

Casos de assédio digital estão diretamente ligados ao agravamento de distúrbios emocionais, e várias vítimas de cyberbullying recorreram ao suicídio como forma de escapar da dor emocional causada pela violência virtual.

Setembro Amarelo é o mês de prevenção ao suicídio

Imagem ilustrativa de um aperto de mãos envolto em fita amarela sobre a campanha Setembro Amarelo
(Imagem: Jeanedeoliveira22 / Shutterstock.com)

Outro ponto de alerta é perceber que as redes sociais também podem expor usuários a conteúdos sensíveis ou perturbadores relacionados ao suicídio, como postagens explícitas ou vídeos que glorificam, romantizam ou incentivam o comportamento suicida. Todo esse cenário colaborou para o surgimento de ações como o Setembro Amarelo.

O Setembro Amarelo é uma campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio, realizada anualmente durante o mês de setembro. O objetivo principal é quebrar o tabu em torno do tema e promover o diálogo sobre saúde mental, incentivando as pessoas a buscarem ajuda.

A campanha começou em 2015 no Brasil, por iniciativa da ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria) em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM). A escolha de setembro é em referência ao Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, celebrado no dia 10 de setembro.

Os objetivos da campanha são sensibilizar e conscientizar a população sobre a importância de discutir o suicídio, informar sobre formas de prevenção e serviços de apoio disponíveis, reduzir o estigma associado ao tema, incentivando as pessoas a procurarem ajuda sem medo de julgamento.

O amarelo foi escolhido como a cor oficial da campanha. Ele representa a vida, luz e esperança, conceitos centrais na promoção do bem-estar emocional. E entre as ações e atividades que envolvem o Setembro Amarelo estão palestras, debates e eventos sobre saúde mental e prevenção ao suicídio, além de iniciativas como iIluminação de prédios públicos e monumentos na cor amarela e distribuição de materiais informativos e campanhas nas redes sociais.

O suicídio é uma questão de saúde pública e pode ser prevenido em muitos casos. A campanha destaca a necessidade de identificar sinais de alerta e oferecer suporte a quem precisa, além de promover o acesso a profissionais de saúde mental. O Setembro Amarelo busca desmistificar o suicídio e promover uma rede de apoio, oferecendo esperança e ajuda para aqueles que enfrentam dificuldades emocionais. Visite a página sobre a campanha, clicando aqui.

(Imagem: Pixabay)

8 influenciadores que abriram o jogo sobre saúde mental nas redes sociais

Vários influenciadores e celebridades têm usado suas plataformas para falar abertamente sobre saúde mental, trazendo visibilidade e apoio ao tema. Ao compartilhar suas próprias experiências, eles ajudam a quebrar o estigma em torno das doenças mentais e incentivam seus seguidores a buscar ajuda quando necessário. Aqui estão alguns exemplos:

1- Whindersson Nunes

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