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Internet e Redes Sociais · 20 de março de 2025 · 3 min de leitura ·

Telegram atinge um bilhão de usuários ativos e ‘cutuca’ WhatsApp

Telegram atinge um bilhão de usuários ativos e 'cutuca' WhatsApp

Apesar de todas as polêmicas envolvendo o seu fundador, o Telegram continua crescendo de forma impressionante. A rede social acaba de atingir a marca de um bilhão de usuários ativos mensais.

Falaremos mais a seguir sobre o CEO da empresa, o russo Pavel Durov, que também tem cidadania da França e dos Emirados Árabes Unidos.

A plataforma ainda comemorou bons resultados em seu último balanço financeiro. Em 2024, o lucro da companhia foi de US$ 547 milhões, o equivalente a mais de R$ 3,1 bilhões, marcando uma reviravolta na história da empresa.

Celular com ícone do Telegram na tela e, ao fundo, uma foto de Pavel Durov, CEO do Telegram
Pavel Durov, CEO do Telegram, enfrenta processo judicial na França (Imagem: Thrive Studios/Shutterstock)

Desde o seu lançamento em 2013, o Telegram se posicionou como uma alternativa de privacidade aos principais aplicativos de mensagens, com criptografia de ponta a ponta para videochamadas e bate-papos secretos que ganharam seguidores em países onde a fala é mais limitada.

No entanto, a prisão de Durov obrigou a rede social a promover algumas mudanças. Entre elas está o ingresso da plataforma na Internet Watch Foundation, um grupo que ajuda a identificar e remover conteúdo de abuso sexual infantil.

Além disso, a empresa passou a publicar relatórios de transparência que detalham a quantidade de conteúdo removido. E anunciou que começará a compartilhar endereços IP e números de telefone de infratores com as autoridades policiais quando legalmente exigido a fazê-lo.

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Rede social apresenta crescimento sólido (Imagem: DenPhotos/Shutterstock)

CEO do Telegram é acusado de 12 crimes

  • As autoridades francesas acusaram Durov de facilitar diversas formas de atividades criminosas no Telegram.
  • Entre elas, estava a distribuição de material de abuso sexual infantil por uma pessoa não identificada na plataforma.
  • O russo não teria cometido os crimes.
  • No entanto, a justiça da França entendeu que ele é cúmplice, uma vez que não teria tomado medidas para impedir que tais ações acontecessem no Telegram, além de não colaborou com as investigações
  • A rede social afirmou que “cumpre as leis da União Europeia” e que Durov não tem nada a esconder.
  • Ainda destacou que é “absurdo afirmar que uma plataforma ou seu proprietário são responsáveis por crimes cometidos na rede social”.

Alessandro Di Lorenzo

Alessandro Di Lorenzo é editor do Olhar Digital e formado em jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Bruno Capozzi

Bruno Capozzi é jornalista, mestre em Ciências Sociais e editor executivo do OD.

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