Seria o iDog? Criador dos aspiradores Roomba revela cachorro robô


Uma nova proposta de robô está a caminho: o Ami, uma espécie de cachorro robô peludinho que tem como proposta fazer companhia dentro de casa. A novidade foi anunciada por Colin Angle, fundador da iRobot, empresa por trás dos robôs aspiradores Roomba e uma das marcas mais famosas do segmento. Esse pet do futuro tem quatro patas, acabamento em pelúcia e rosto que mudará expressões de acordo com uma IA generativa embutida.
A nova empresa de Colin, Familiar Machines & Magic, é mais uma a investir na tendência de inteligência artificial física, conceito que tem sido bastante explorado em 2026, seja com robôs humanoides como o Unitree G1 ou mesmo outros modelos mais voltados para tarefas domésticas. Esse será o primeiro produto da marca, com venda prevista para daqui a cerca de um ano, mas ainda sem preço definido.
Segundo o fundador, o modelo por ora apelidado de Ami tem capacidade de se relacionar com seus familiares e criar uma personalidade própria, além de funcionar como um reforço para controle parental e até cuidado com pessoas idosas.
Durante a apresentação do robô, Colin também destacou o produto como um complemento no combate à solidão humana, classificada por ele como uma epidemia global.
Conforme noticiado pelo site The Verge, a empresa conta ainda com ex-engenheiros do MIT e de empresas como Boston Dynamics e Amazon, reunidos com o objetivo de ir além do uso de chatbots de IA generativa em máquinas. Além disso, a ideia de misturar características no Ami, que tem um pouco de cachorro, um pouco de urso de pelúcia, é não gerar expectativas de comportamento por parte dos usuários.
O robô não teve grandes detalhes de sua ficha técnica revelada. Até o momento, o anúncio dá conta de um chip Nvidia Jetson Orin, voltado para essa nova geração de IA física. Além disso, o modelo contará com expressões faciais, movimentos de cabeça e pescoço, assim como capacidade de andar em quatro patas. Apesar disso, o Familiar não poderá subir e descer escadas, e tampouco segurar objetos.
Fonte: Tecnoblog
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