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Games · · 2 min de leitura ·

Review de ‘Watch Dogs: Legion’: bem-vindos à resistência londrina

Review de 'Watch Dogs: Legion': bem-vindos à resistência londrina




Desde o lançamento do primeiro game, ‘Watch Dogs’ é o tipo de franquia que você ama ou odeia. São dois extremos que foram despertados justamente por dois jogos medianos – sendo o primeiro ligeiramente inferior ao segundo.

Com a revelação de ‘Watch Dogs: Legion‘, muitos fãs se perguntaram como a Ubisoft conseguiria levar a história do grupo de hackers DeadSec a Londres. Eu lhes respondo que isso não só foi possível, mas que foi muito bem-vindo, pois conseguiu trazer “novos ares” para que a série pudesse se expandir.

Aqui, não há personagem principal – apesar de você escolher um membro do grupo no início do game. Isso porque, conforme você avança, recruta novos membros para o DeadSec. Portanto, para cada missão, é possível controlar um aliado com habilidades únicas. Quem vai decidir qual controlar será você. Falaremos mais sobre esse sistema no decorrer desta análise.

Vale adiantar que o jogo não só consegue apresentar uma história intrigante, como possui mecânicas bastante interessantes que trazem certa novidade a uma franquia que foi apontada como uma grande mistura do que a Ubisoft oferece em alguns de seus outros jogos, como ‘Assassin’s Creed‘.

Felizmente, ‘Watch Dogs: Legion’ cumpre com a promessa de criar um jogo envolvente e com impacto social no mundo atual, já que trata de assuntos como corrupção, ataques terroristas e o enriquecimento por meio de atividades ilícitas.

Como citado, o game foca sua narrativa no braço londrino do grupo hacker. Após um ataque com bombas feito por um hacker intitulado Zero-Day, o grupo deve se unir com aliados improváveis para não só salvar Londres, mas também para provar que não tem nenhum envolvimento com a explosão.

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