Julia Monteiro
Julia Monteiro
Inteligencia Artificial · há 5 dias · 2 min de leitura ·

Meta nega que Muse tenha lido mensagens privadas sem autorização

Meta nega que Muse tenha lido mensagens privadas sem autorização

O que você precisa saber

A Meta negou que seu agente de inteligência artificial (IA) Muse tenha acessado mensagens privadas de um usuário sem autorização. A manifestação veio depois que o jornalista Jason Aten, colunista da Inc., afirmou que o sistema teve acesso ao banco de mensagens de seu Mac mesmo após ele não conceder permissão para isso.

Segundo Aten, o Muse começou a sugerir ideias para uma coluna depois de ele conversar com o coapresentador de seu podcast sobre os novos iPhones. O agente também mencionou uma mensagem enviada por seu editor sobre a preparação de um texto.

O problema, segundo o jornalista, é que ele não havia pedido ao Muse que analisasse suas mensagens e afirma ter escolhido explicitamente não conceder acesso a elas, assim como ao calendário e a outras informações pessoais.

Quando questionou o próprio Muse sobre como havia descoberto o conteúdo das conversas, o agente respondeu que não tinha acesso ao histórico de mensagens. A explicação dada foi que o aplicativo no Mac estaria apenas recebendo o texto das notificações exibidas na tela.

Aten, porém, afirma ter investigado os arquivos do computador e encontrado evidências de que o Muse havia sincronizado dados do banco local do aplicativo Mensagens. Segundo ele, a sincronização havia chegado à linha 187.462 do banco de dados.

David Singleton, executivo do Meta Superintelligence Labs, apresentou uma explicação ainda mais detalhada. Segundo ele, o acesso envolve três etapas distintas de permissões no aplicativo e nas proteções do próprio macOS.

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