
O envelhecimento, do ponto de vista biológico, é resultado do acúmulo gradual de danos celulares e moleculares ao longo do tempo.
Entre os principais mecanismos estão a degradação do DNA, o encurtamento dos telômeros, o estresse oxidativo causado por radicais livres, falhas nos sistemas de reparo celular e a perda progressiva da função mitocondrial.
Esses processos reduzem a capacidade do organismo de manter a regulação interna e aumentam a suscetibilidade a doenças degenerativas.
No reino animal, casos de longevidade extrema são raros, mas reais. Algumas espécies ultrapassam os 100 anos com facilidade, acumulando décadas — ou até séculos — de vida graças a taxas metabólicas muito baixas, crescimento celular lento e mecanismos eficientes de reparo molecular, o que reduz o acúmulo de danos ao longo do tempo.
São organismos que envelhecem em outro ritmo, muitas vezes em ambientes estáveis e isolados, onde a seleção natural favoreceu a durabilidade biológica.
Esta pequena água-viva, encontrada em mares temperados, tem a habilidade de reverter seu próprio ciclo de vida.
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