
Bioluminescente, laranja e gelatinosa, assim é uma possível nova espécie de água-viva encontrada por pesquisadores a uma profundidade de mais de 1.400 metros no Monumento Nacional Marinho das Ilhas Remotas do Pacífico, um dos ecossistemas mais inexplorados do Oceano Pacífico.
É um predador gelatinoso. [e]Eles devem estar comendo algo grande e também gelatinoso nessa profundidade.
O pigmento marrom-avermelhado é uma protoporfirina (provavelmente) que reage com a luz do sol e se torna tóxica para o animal. Isso significa que podemos assumir com segurança que a espécie não migra para a superfície durante o dia.
O parente mais próximo de uma água-viva trímera foi visto pela primeira e única vez há uma década pelo navio Okeanos Explorer da NOAA Ocean Exploration. O registro foi feito na mesma região.
Para cientistas, a descoberta pode iluminar uma compreensão mais profunda do enigmático mundo aquático de onde ela emergiu, trazendo dados mais sólidos da cadeia de predação que ocorre dentro deste reino único e pouco estudado.
Até recentemente, as águas-vivas eram consideradas um beco sem saída trófico. Nada come água-viva porque são principalmente água e queimam os lábios de um animal quando comidas. Mas este Bathykorus tem ainda a pigmentação marrom para protegê-los — para impedir que a bioluminescência apareça em seus estômagos.
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