
No início deste mês, uma mancha solar monstruosa ganhou destaque na mídia especializada. Conforme noticiado pelo Olhar Digital, a então região ativa AR3663 produziu uma série de erupções dos tipos moderado e forte.
Aos poucos, com o movimento rotacional do Sol e o da Terra em torno do astro, a mancha foi girando para o lado não visível. Essa região é suspeita de, no caminho, enquanto mirava Vênus, ter disparado um jato de plasma carregado, ameaçando arrancar parte da atmosfera do planeta.
Agora, ela está voltando – sob nova numeração, passando a ser designada AR3691. O filme abaixo mostra a mancha solar girando de volta para o lado terrestre do Sol neste domingo (26).
De acordo com a plataforma de meteorologia e climatologia espacial Spaceweather.com, ela está menor do que costumava ser, mas também está crescendo novamente, então em breve poderá recuperar sua antiga potência.
Um dos motivos para isso é que essa região ativa tem um campo magnético instável “beta-gama-delta” que abriga energia para mais explosões solares de classe X.
No dia 10 de maio, a Terra enfrentou a mais severa tempestade solar dos últimos 20 anos, provocando auroras boreais e austrais incomuns desde então. A NOAA alertou que a tempestade poderia interferir em sistemas de energia e comunicações via satélite.
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