Julia Monteiro
Julia Monteiro
Ciência e Espaço · 1 de abril de 2026 · 2 min de leitura ·

Artemis 2: como funciona a sala de controle da missão

Artemis 2: como funciona a sala de controle da missão

Embora foguetes e astronautas fiquem nos holofotes, o verdadeiro coração das missões espaciais está longe das plataformas de lançamentos. Nos arredores de Houston, no Texas, um complexo de concreto erguido nos anos 1960 segue sendo peça central da exploração espacial: o Centro de Controle de Missões Christopher C. Kraft Jr., da NASA.

O local foi batizado em homenagem ao engenheiro que estruturou o modelo de comando das missões e se consolidou com uma ideia que perdura até hoje: reunir em uma única sala todos os especialistas responsáveis por monitorar e conduzir uma espaçonave, sob a liderança de um diretor de voo.

Parte desse legado permanece preservada. A sala de controle original que acompanhou o pouso da Apollo 11 e ajudou a gerenciar a crise da Apollo 13 foi transformada em marco histórico nacional nos Estados Unidos, mantendo até objetos cotidianos da época.

Ao lado dela, funciona a versão moderna, preparada para as missões do programa Artemis, que retoma a exploração lunar tripulada no século 21.

A Artemis 2, prevista para ser lançada nesta quarta-feira (1), marcará o retorno de astronautas à órbita da Lua após mais de 50 anos. A missão levará quatro tripulantes em uma trajetória ao redor do satélite natural, alcançando a maior distância já percorrida por humanos no espaço.

Eles viajarão a bordo da cápsula Orion, lançada pelo foguete SLS, o mais potente já desenvolvido pela agência. O Olhar Digital deu todos os detalhes do lançamento e dos objetivos da missão neste link.

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