
As conquistas do Império Romano são bastante conhecidas e estudadas em todo o mundo. No entanto, os povos chamados de ‘bárbaros’, que conviveram com os romanos na antiguidade, ainda têm muitos segredos a serem revelados.
É isso o que mostra um novo estudo realizado por pesquisadores da Universidade Maria Curie-Skłodowska, na Polônia. Eles descobriram que os guerreiros germânicos transportavam pequenas colheres com entorpecentes naturais.
De acordo com os pesquisadores, estes objetos eram frequentemente presos aos cintos dos homens e, inclusive, eram levados para as batalhas. Com estas informações, a equipe apresentou a hipótese de que as colheres fossem usadas para consumo de substâncias entorpecentes que dessem algum tipo de vantagem nas guerras.
Apesar disso, não é possível confirmar que tipos de drogas poderiam ter sido consumidas. Há algumas opções, caso de fungos, papoula do ópio, lúpulo, cânhamo, meimendro e beladonas, como beladona e datura.
De qualquer forma, parece improvável que os povos germânicos da era romana não tivessem usado nenhum tipo de substância do tipo. Ainda mais porque este comportamento foi descrito em diferentes épocas e partes do mundo durante conflitos militares.
Durante a Primeira Guerra Mundial, por exemplo, a cocaína foi usada por soldados. Anos depois, na Segunda Guerra Mundial, as forças aliadas e do Eixo fizeram uso pesado de estimulantes como anfetamina e metanfetamina.
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