
No fim de semana, os céus do Hemisfério Norte e da Oceania foram iluminados por auroras impressionantes, fenômenos visuais causados por tempestades geomagnéticas que empurraram a luz do norte (boreais) e do sul (austrais) muito além de seus limites comuns. Observadores do céu nos Estados Unidos, Europa e na Austrália foram brindados com um verdadeiro espetáculo de cores.
O evento ocorreu quando a Terra foi atingida por uma onda de energia solar composta por múltiplas ejeções de massa coronal (CMEs) e um fluxo rápido de vento solar proveniente de um buraco coronal. Segundo o Centro de Previsão do Clima Espacial da Administração Nacional OCeânica e Atmosférica dos EUA (NOAA), os níveis de tempestade atingiram intensidade forte (G3), criando condições ideais para a observação das auroras.
Em Cheyenne, Wyoming, o caçador de auroras Hunter Fowkes presenciou pilares luminosos durante a fase inicial de uma tempestade secundária, por volta da 1h30 da manhã local, descrevendo a cena como uma tentativa da aurora de “rivalizar com o brilho do Sol”.
Before the Aurora tried to rival the brightness of the sun at 1:30 am last night, stout pillars during the opening phase of a substorm north of Cheyenne, Wyoming last night. This was still extremely bright. pic.twitter.com/WaGu2W613f
Auroras também apareceram em latitudes médias, com Derick Wilson capturando um brilho vermelho no noroeste do Novo México.
Hyperlapse of the short burst of visual aurora about 130am 3/21.@TamithaSkov pic.twitter.com/HsOct9Mpg2
Entre para comentar.