
Dentro de pequeno escritório no Aeroporto Regional de San Angelo, Jonathan Jennings procura grande oportunidade. Ele está verificando o radar meteorológico em busca de sistema de tempestade que se aproxima, para poder enviar um avião para perseguir as nuvens carregadas de umidade.
O piloto injetará neles uma borrifada de produtos químicos não tóxicos, conhecidos como semeadura de nuvens, para aumentar a precipitação no solo.
“É como se estivéssemos pegando uma esponja pingando e a apertando”, disse Jennings, meteorologista do projeto da West Texas Weather Modification Association.
A semeadura de nuvens – tecnologia implantada de várias formas desde a década de 1950 – está em fase de renascimento.
Em todo o oeste dos Estados Unidos e no México, a demanda por semeadura de nuvens disparou à medida que os períodos crescentes de seca extrema e o aquecimento climático a tornam alternativa mais barata para soluções tecnológicas caras, como a dessalinização de água canalizada para o interior do Oceano Pacífico ou do Golfo do México. Programas de semeadura de nuvens para aumentar a chuva e a neve estão em andamento nos estados de Texas, Utah, Colorado, Nevada, Idaho, Novo México e Califórnia.
Autoridades do Estado do Arizona estão considerando dois novos programas. No México, autoridades federais estão espalhando nuvens em cinco estados mexicanos que sofrem com seca prolongada.
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