
Com inverno marcado por intensas ondas de calor recordes com capacidade de serem fatais, um estudo realizado pelo The Washington Post, em parceria com a ONG CarbonPlan, mostrou que a tendência é que o quadro piore a nível global.
De acordo com o Globo Rural, um exemplo preocupante desse cenário é o município de Belém (PA), que pode se tornar a segunda cidade mais quente do mundo até 2050.
O estudo compreende que até o fim da década atual, mais de duas bilhões de pessoas serão expostas a um mês completo de temperaturas acima dos 32 °C, algo capaz de causar estresse térmico em adultos praticantes de atividades físicas ao ar livre. Ainda, a situação deve chegar a metade do planeta em 2050.
Uma tendência preocupante é que, historicamente, apenas o Sul da Ásia e o Médio Oriente experimentaram temperaturas tão altas. Mas, em 2050, esse nível de calor se tornará cada vez mais frequente em outros locais.
Questões sociais e econômicas também são apontadas como limitadoras no enfrentamento dos problemas climáticos.
A falta de recursos financeiros para aquisição de equipamentos de ar-condicionado por muitas famílias e diferenças nos sistemas de saúde das regiões terrestres estão entre essas imitações.
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