
Eclipses são eventos astronômicos caracterizados pelo escurecimento total ou parcial de um astro por meio da interposição de um outro corpo celeste frente à fonte de luz. E o ano que acabou de começar vai trazer quatro deles: dois solares e dois lunares.
Um eclipse solar ocorre quando a Lua desliza entre a Terra e o Sol lançando uma sombra no planeta e bloqueando total ou parcialmente a luz solar. Existem três tipos mais conhecidos desse fenômeno: parcial, anular e total. Mais raro, no entanto, um quarto padrão, chamado eclipse solar híbrido, sem dúvida é o mais intrigante, espetacular e interessante deles.
O eclipse solar parcial é o tipo mais comum (e também o menos impressionante), que acontece quando apenas uma parte do Sol é encoberta pela Lua. Nesse caso, praticamente não há alteração da luminosidade do dia.
Em relação ao eclipse solar anular, o fenômeno acontece quando a Lua cobre o centro do Sol, mas deixa um círculo de luz visível em seu entorno. É popularmente conhecido como “anel de fogo”.
E o eclipse total do Sol se caracteriza quando todo o disco solar é bloqueado pela Lua, fazendo o dia escurecer por completo.
Imagine agora uma mistura de todos eles. É meio isso que define o eclipse híbrido, que combina um eclipse anular visto de alguns pontos da Terra e um eclipse total a partir de outros, a depender do horário do dia.
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