Julia Monteiro
Julia Monteiro
Ciência e Espaço · 26 de abril de 2024 · 2 min de leitura ·

Confira o Olhar Digital News na íntegra (26/04/2024)

Confira o Olhar Digital News na íntegra (26/04/2024)

Se o nosso universo fosse uma série, sem dúvida seria uma das nossas favoritas. Uma trama rica em personagens intrigantes e reviravoltas inesperadas. Teríamos estrelas gigantescas, planetas misteriosos e galáxias majestosas, cada uma desempenhando seu papel na narrativa cósmica. Mas o papel de grande vilão certamente seria muito bem desempenhado por um pulsar de milissegundo. Um personagem sombrio, misterioso, intenso e antagonista nas mais aterrorizantes cenas deste enredo cósmico.    

Um marco emocionante foi alcançado pela NASA: a recepção de dados a laser enviados das profundezas do espaço pela sonda Pysche, quando estava a cerca de 226 milhões de km da Terra.

O Google divulgou na quinta-feira (25) um relatório elaborado pelo pesquisador Andrew McAfee, que discorre sobre os potenciais impactos econômicos da inteligência artificial (IA) generativa.

A Terra é constantemente atingida por raios cósmicos. No entanto, estas partículas que viajam através do universo são repelidas pelo campo magnético do nosso planeta. Mas o que aconteceria se esta “proteção” falhasse?

Imagens intrigantes capturadas pela sonda ExoMars TGO, da Agência Espacial Europeia (ESA), mostrando o que parecem ser aranhas de gelo em Marte. Essas formações, vistas nas regiões polares do planeta vermelho, desencadearam especulações sobre os fenômenos naturais que moldam a superfície marciana.

Júlia Dal Rovere é estudante de jornalismo na Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM) e redatora no Olhar Digital.

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