Julia Monteiro
Julia Monteiro
Ciência e Espaço · 19 de agosto de 2022 · 2 min de leitura ·

Conheça as regiões da Lua em que astronautas podem pousar depois de 50 anos

Conheça as regiões da Lua em que astronautas podem pousar depois de 50 anos

A NASA ainda não realizou a missão Artemis 1, que está marcada para o próximo dia 29, mas já está prensando na 3. A terceira missão do projeto é especialmente importante pois tem como objetivo colocar humanos na Lua novamente após 50 anos e nesta sexta-feira (19) a agência espacial revelou as regiões do satélite natural onde os astronautas deverão pousar.

Foram mostradas 13 potenciais regiões de pouso pela NASA. Todas próximas ao polo sul da Lua, local que deve ser o foco da missão. “Selecionar essas regiões significa que estamos um passo gigante mais perto de retornar humanos à Lua pela primeira vez desde a Apollo”, disse Mark Kirasich, vice-administrador associado da Divisão de Desenvolvimento da Missão Artemis da NASA.

A NASA identificou as seguintes regiões candidatas para um pouso lunar Artemis 3:

“Quando o fizermos, será diferente de qualquer missão que tenha acontecido antes, pois os astronautas se aventuram em áreas escuras anteriormente inexploradas pelos humanos e estabelecem as bases para futuras estadias de longo prazo”, completou Kirasich.

“Vários dos locais propostos dentro das regiões estão localizados entre algumas das partes mais antigas da Lua e, juntamente com as regiões permanentemente sombreadas, oferecem a oportunidade de aprender sobre a história da Lua através de materiais lunares anteriormente não estudados”, disse Sarah Noble,líder de ciência lunar para a Divisão de Ciência Planetária da NASA.

Segundo a agência, “dentro de cada região, existem vários locais de pouso. Cada uma das regiões selecionadas, das quais locais de pouso específicos podem ser selecionados, é de interesse científico e foi avaliada com base no terreno, comunicações e condições de iluminação, bem como na capacidade de atender aos objetivos científicos. A NASA se envolverá com a comunidade científica mais ampla nos próximos meses para discutir os méritos de cada região”.

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