
Os maias são considerados uma das principais civilizações pré-colombianas, ou seja, que habitavam as Américas antes da chegada dos europeus, em 1.492. Eles formavam uma sociedade complexa, com cidades-estados com administração independentes, arquitetura monumental, hierarquia de funções, uso de um calendário próprio, além de um conhecimento bastante avançado sobre Astronomia e Matemática.
Os maias habitavam a região da Mesoamérica, que hoje corresponde ao território da América Central, além da Península de Iucatã, no México. Sua economia eram fortemente baseada na agricultura, sobretudo na plantação de milho. Uma descoberta recente, porém, aponta que esse povo nem sempre focava apenas nesse tipo de atividade. O início, aliás, foi bem diferente disso.
O “nascimento” de uma grande civilização é sempre objeto de pesquisa e curiosidade. Sabemos quais foram esses povos e tudo que eles construíram e conquistaram. Mas muitas vezes não fazemos ideia sobre como surgiram.
No caso dos maias, um estudo conduzido por cientistas da Universidade de Vermont, nos Estados Unidos, descobriu um sistema de captura de peixes em Belize. A estrutura tem cerca de 4 mil anos de idade e teria sido o ponto de partida para uma das mais importantes civilizações antigas.
Tradicionalmente, os arqueólogos dividiram a história maia em três períodos principais: Pré-Clássico (800 a.C. a 300 d.C.), Clássico (300 d.C. a 900 d.C.), Pós-Clássico (900 d.C. a 1520 d.C.).
A descoberta sobre a qual falamos agora data do ano de 2.000 a.C., ou seja, bem anterior a essa linha do tempo.
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