
Um relógio atômico é uma máquina que mede a passagem do tempo, mas de uma maneira diferente: usando átomos. O resultado é uma precisão extrema, aplicada em áreas da ciência e da quântica, e nunca perde a contagem.
Há um porém: o processo de medição do tempo por parte de cientistas resulta na degradação de alguns dos átomos, que precisam ser substituídos. É durante o processo de substituição que um pouco da contagem se perde. Agora, pesquisadores descobriram o segredo para superar essa limitação.
Primeiro, vamos à explicação de como um relógio atômico funciona. Como explicou o Science Alert, esses dispositivos usam algum tipo de átomo e o submetem a condições extremas de calor e pressão para medir suas oscilações. É através das oscilações que se mede o tempo.
No caso do relógio atômico de estrôncio, ele pode funcionar por 40 bilhões de anos sem desgastar e perder nenhum tempo, conferindo uma precisão extrema.
Essa característica é usada em áreas da ciência e da física, como a quântica e em testes de relatividade.
O problema do relógio atômico é que, para realizar a medicação do tempo, são usados lasers que aquecem os átomos. Nesse processo, eles escapam e precisam ser substituídos. Durante a substituição por novos átomos, o relógio perde um pouco de tempo.
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