Julia Monteiro
Julia Monteiro
Ciência e Espaço · 8 de julho de 2024 · 2 min de leitura ·

É possível viver em Marte? 4 problemas que vamos enfrentar no planeta

É possível viver em Marte? 4 problemas que vamos enfrentar no planeta

Os rovers marcianos fazem parte das descobertas espaciais empolgantes que estão acontecendo em nosso tempo. E, quando se trata de colocar pessoas em Marte, a NASA quer enviar seres humanos para o planeta vermelho até 2030.

Felizmente para os interessados, muitos cientistas consideram Marte e a Terra gêmeos devido às semelhanças entre os planetas. Entretanto, eles não são totalmente iguais, e Marte também não é exatamente acolhedor à vida humana. E, no que diz respeito às diferenças, viver no planeta vermelho exigiria novos equipamentos e tecnologias que ainda estão em desenvolvimento.

Marte, muitas vezes chamado de planeta vermelho devido à sua aparência avermelhada por causa do óxido de ferro em sua superfície, é o planeta mais parecido com a Terra em nosso sistema solar. Sobreviver em Marte exigiria ultrapassar imensos obstáculos tecnológicos, mas, como eles não são necessariamente impossíveis, um dia poderemos estabelecer a presença humana no planeta.

Ainda assim, alguns desafios precisariam ser superados antes que os seres humanos pudessem começar a chamar Marte de lar. Precisamos considerar muitas coisas quando se trata das diferenças entre a Terra e Marte, todas baseadas em nossas necessidades básicas de sobrevivência.

A atmosfera da Terra é composta de nitrogênio e oxigênio. Marte, por outro lado, tem sua atmosfera composta principalmente de dióxido de carbono. Isso representa um desafio significativo para a sobrevivência humana, principalmente por oferecer pouca proteção contra a radiação solar.

Portanto, para que os seres humanos sobrevivam no planeta, precisaríamos de uma tecnologia que nos protegesse da radiação – e isso ainda está longe de ser totalmente desenvolvido. Esse pode ser um dos maiores problemas a serem enfrentados. Uma das soluções consideradas para isso seriam habitats enterrados em 2 a 3 metros no subsolo.

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