
Conforme noticiado pelo Olhar Digital, nesta quarta-feira (2), acontece um eclipse solar anular, quando o Sol será transformado em um impressionante “Anel de Fogo” que poderá ser observado em partes do Oceano Pacífico, incluindo o Havaí, além do sul do Chile e da Argentina.
Os locais citados são aqueles que terão a chance de ver o fenômeno em sua totalidade, ou seja, o “Anel de Fogo” completo. Algumas áreas do globo, incluindo o Brasil, verão frações do eclipse, dependendo da proximidade geográfica com a rota da anularidade. Outras regiões, não terão acesso ao evento.
Um eclipse anular do Sol atravessa quatro fases principais. Antes de descrevê-las, vamos primeiro entender como esse tipo de eclipse ocorre.
A parte central da sombra do eclipse, onde um anel de luz solar envolve completamente a Lua, é chamada de antumbra. Quem estiver em áreas onde a antumbra é visível verá o fenômeno da anularidade. No entanto, o caminho do eclipse passará principalmente sobre o oceano, o que significa que apenas 0,002% da população mundial – cerca de 175 mil pessoas – terão a oportunidade de observar o “Anel de Fogo” completo.
Nas regiões fora da antumbra, onde a Lua projeta uma sombra externa mais leve, conhecida como penumbra, o eclipse será parcial. Desta vez, cerca de 245 milhões de pessoas, representando 3% da população mundial, poderão ver alguma parte do eclipse:
Em ordem crescente de maior percentual eclipsado do Sol, os estados de onde será possível ver o eclipse são: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso e Bahia.
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