
Está chegando o dia! Neste sábado (14), quase um bilhão de pessoas em grande parte do continente americano poderão assistir à passagem da Lua entre o Sol e a Terra criando um verdadeiro espetáculo celeste: o eclipse solar.
Em determinadas localidades, o fenômeno vai formar um “anel de fogo” no céu, inclusive em uma estreita faixa do Norte e Nordeste do Brasil – sendo por isso chamado de eclipse solar anular.
O evento será transmitido ao vivo pelo Olhar Digital, com imagens captadas em alguns desses pontos do país onde haverá 100% de anularidade (clique aqui para entender o que é um eclipse solar anular e como ele acontece).
Nas demais regiões brasileiras, a visibilidade será parcial. Ainda assim, vale a pena contemplar o fenômeno – desde que tomados os devidos cuidados, já que olhar diretamente para o Sol oferece riscos, principalmente durante os eclipses.
“Observar um eclipse solar pode ser muito perigoso, e se você fizer da maneira errada pode até perder a visão”, alerta um artigo de Marcelo Zurita, presidente da Associação Paraibana de Astronomia (APA), membro da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB), diretor técnico da Rede Brasileira de Observação de Meteoros (BRAMON) e colunista do Olhar Digital. “Nunca olhe para o Sol sem utilizar equipamentos adequados ou filtros especialmente projetados para esta finalidade”.
Então, isso significa que apenas equipamentos astronômicos especialmente adaptados à observação de eclipses solares podem ser utilizados? E as pessoas que não têm uma ferramenta dessas, como devem fazer? Vamos descobrir agora.
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