
Elon Musk está cheio de declarações polêmicas sobre a guerra da Ucrânia nesta semana. Depois de dizer que o mundo pode entrar em um apocalipse nuclear se os ucranianos insistirem em recuperar a Criméia, o bilionário comentou em seu Twitter na última terça-feira (18) sobre a possibilidade de “fazer armas”.
Tudo começou quando um seguidor perguntou sobre os drones “kamikazes” turcos utilizados pelos Russos e se a Tesla poderia investir no seguimento. Em resposta, Musk não falou diretamente sobre os drones, mas menciou armas com a frase “devemos fazer armas? Idealmente não”.
É difícil saber o que Elon Musk pretende com essa declaração, o bilionário costuma utilizar a rede social (que pode literalmente se tornar dele em breve) para comentar assuntos atuais com comentários polêmicos. Por tanto, é difícil saber se produzir armas realmente é visto como uma possibilidade pelo megaempresário.
Uma das armas que está ganhando força nos campos de batalha na Ucrânia é o Shahed-136 (ou Geranium-2, como são chamados na Rússia). Trata-se de um drone autônomo fabricado no Irã que está em serviço desde 2021.
Projetado especificamente para neutralizar alvos terrestres à distância, esse tipo de aeronave vem sendo utilizada ativamente desde setembro pelos russos e foi vista nos últimos ataques aéreos que atingiram a região de Kiev.
“Se a Rússia se deparar com a escolha de perder a Crimeia ou usar bombas de campo de batalha, eles escolherão o último”, postou o CEO da SpaceX e da Tesla. “O Ocidente já sancionou/cortou a Rússia de todas as formas possíveis, então o que mais eles têm a perder?”
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