
Não faltaram eventos astronômicos espetaculares em 2023 – um ano marcado por eclipses, passagens de cometas, chuvas de meteoros, quatro superluas, tempestades solares colossais e exibições de auroras de tirar o fôlego.
Os fenômenos citados são apenas os exemplos de maior destaque entre os acontecimentos celestes deste ano, que também contou, como de costume, com conjunções astronômicas, além de movimentações e ocultações planetárias e muito mais.
Neste ano, tivemos quatro eclipses: dois do Sol e dois da Lua. O primeiro deles foi um eclipse solar híbrido, ocorrido em abril.
Um eclipse solar acontece quando a Lua desliza entre a Terra e o Sol lançando uma sombra no planeta e bloqueando total ou parcialmente a luz solar. Além dos três tipos mais conhecidos (parcial, anular e total), existe também um quarto padrão, extremamente raro, que é denominado híbrido. Entenda o que é esse fenômeno aqui.
We're getting our first views of the "ring of fire"!Here's a look at the annular solar eclipse from Albuquerque, N.M., as the Moon nearly (but not completely) covers up the Sun. pic.twitter.com/SCW8r77FG4
Na ocasião, que se deu em 14 de outubro, ao passar na frente do Sol do ponto de vista da Terra, a Lua estava no apogeu (ponto de sua órbita mais distante do planeta), ficando com a circunferência aparente menor que a do astro, o que acabou formando uma espécie de aro em volta dela.
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