
Desde alguns dias antes do eclipse solar total, o Sol vinha apresentando baixa atividade, com poucos registros de erupções, sendo grande parte delas muito fracas. Embora as coisas ainda continuem relativamente tranquilas, parece que a situação está começando a mudar.
Na manhã de quinta-feira (11), por exemplo, um filamento magnético se rompeu no quadrante nordeste do astro, provocando uma erupção de classe M5.4.
Em consequência dessa explosão, os meteorologistas da NOAA dizem que uma CME pode atingir o campo magnético da Terra entre sábado (13) e domingo (14).
M5.4 flare, still waiting for the official ENLIL spiral to be released by NOAA for the filament release ealier.Eyes open. https://t.co/wnLmddKasC pic.twitter.com/NkQkxdcUNp
O golpe pode desencadear uma pequena tempestade geomagnética da classe G1 – considerada fraca em uma escala que vai de G1 a G5. Isso significa que localidades em latitudes mais extremas podem esperar por auroras. Eventos desse nível também podem provocar oscilações fracas em sistemas elétricos e impactos leves em operações de satélites, além de afetar o comportamento de animais migratórios.
Fenômeno óptico que ocorre em latitudes extremas do globo terrestre, a aurora (boreal, quando formada no norte e austral, quando é formada no sul) é frequentemente visível a olho nu e é avistada nos céus noturnos.
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