
A Organização Meteorológica Mundial (OMM), pertencente às Nações Unidas (ONU), que vem monitorando o curso mortal do furacão Beryl no Caribe, informou a agência AFP que, futuramente, deveremos esperar mais tempestades similares.
Segundo o órgão, o ciclone tropical recorde acabou por se intensificar com rapidez e ganhou energia sobre o Oceano Atlântico, que está mais quente que o habitual. Ele vem se desenvolvendo em sistema mais fortes.
Segundo Anne-Claire Fontan, diretora científica do programa de ciclones tropicais da OMM, informou à agência que o Beryl indica que teremos uma temporada de furacões bem ativa no Atlântico este ano.
Isso é muita energia para os ciclones, já que eles se alimentam da energia do oceano. Com sistema tão poderoso, tão cedo na temporada de furacões, isso sugere […] uma temporada muito ativa para 2024.
Após deixar o Caribe, o fenômeno climático se dirigirá à Península de Yucatán, região do México. Os especialistas esperam ventos violentos, mesmo que ele diminua de velocidade. Depois, o furacão deve ir para o Golfo do México. Contudo, há certa incerteza para onde ele irá, mas espera-se que ele enfraqueça bastante.
“Ao retornar para águas quentes, pode se intensificar. Então é aqui que há incerteza… Resta saber se será no México ou no Texas (depois)”, prosseguiu Fontan.
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