
Nos Estados Unidos, outra preocupação começou a surgir: ameaças potenciais fora de nosso planeta. Mas não dos alienígenas, segundo o Pentágono, mas, sim, de China e Rússia.
Isso porque a presença chinesa em órbita cresce cada vez mais e os russos têm interesse em equipamentos capazes de destruir satélites, reporta o The Wall Street Journal.
Nessa corrida, os militares estadunidenses buscam ficar acima dessa disputa, já que, há tempos, satélites necessários para a defesa nacional e as comunicações globais sofrem com ameaças terrestres, incluindo interferências e ataques de mísseis, mas a tendência é que isso se eleve a novo nível, com a possibilidade de ataques orbitais.
Outra “estratégia” adotada pelo Pentágono é peculiar: falar mais publicamente sobre as armas que nações inimigas podem utilizar no Espaço com vistas a causar guerras.
Em conferência do setor realizada em março, o general Chance Saltzman, principal líder operacional da Força Espacial dos EUA, afirmou que as nações adversárias tentam, diariamente, restringir o acesso dos EUA e aliados ao Espaço.
“Tenho de combater esta ameaça para garantir que as capacidades espaciais das quais dependemos para o nosso modo de vida estarão presentes no futuro”, disse, à época.
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