
Nos últimos dias começaram a circular nas redes sociais uma série de imagens de uma tempestade de areia que teria ocorrido em Haixi Mongol, na província de Qinhai, na China, em 20 de julho.
Apesar de existirem poucas informações oficiais, os dados preliminares indicam que os ventos atingiram 53 km/h. A Newsweek verificou a autenticidade das imagens e da data dos relatos. No entanto, alguns dos vídeos encontrados na internet foram editados em efeitos sonoros para parecerem mais dramáticos.
Além disso, muitas fotos da tempestade de areia foram editadas e tiradas de contexto para enganar internautas. Na Douyin, versão chinesa do TikTok, é possível encontrar a versão original dos vídeos.
Sandstorm rolled up a "sand curtain" which divided the road ahead. This happened in China's Qinghai yesterday. pic.twitter.com/ca1n6v7e5g
Preocupado com asteroides que podem atingir a Terra, o Instituto de Tecnologia de Pequim anunciou o projeto chamado China Fuyan (ou “olho composto”). O objetivo é construir um conjunto de mais de 20 grandes antenas de radar para rastrear as rochas espaciais que estiverem a 150 milhões de quilômetros do nosso planeta – mesma distância da Terra para o Sol.
O jornal chinês Science and Technology Daily noticiou que duas antenas foram construídas em Chongqing, no sul do país asiático, e que a ideia é que elas iniciem as operações em setembro deste ano. Cada antena terá de 25 a 30 metros (82 a 98 pés) de diâmetro e, segundo a imprensa chinesa, este será o sistema de radar de maior alcance do mundo.
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