
Cozinhar não é para todos. E para as pessoas que preferem não preparar os próprios alimentos, aí vai uma notícia boa. Um projeto desenvolvido no Brasil está deixando de lado as panelas e o fogão, criando a comida a partir de impressoras 3D.
A impressora 3D de alimentos permite, por exemplo, que um purê de batatas (feito com batatas de verdade) seja impresso da forma que a pessoa desejar. Também possibilita a adição de vitaminas, minerais, fibras e proteínas para melhorar o valor nutricional do alimento.
Segundo os responsáveis pela tecnologia, a quantidade de pessoas que pode se beneficiar com a produção de alimentos produzidos para quem faz dieta restritiva é enorme. A impressora ajudaria diabéticos, celíacos, alérgicos e aquelas pessoas que possuem problemas para engolir ou digerir comida.
Durante a Campus Party Brasília deste ano foi realizada pela segunda vez o Printer Chef, uma competição gastronômica com alimentos “bioimpressos”. A BioEdtech participou da disputa com a sua tecnologia.
Alessandro Di Lorenzo é editor do Olhar Digital e formado em jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
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