
Um artigo publicado recentemente na revista científica Leonardo aponta que aspectos fundamentais sobre a atração gravitacional foram reconhecidos por Leonardo da Vinci cem anos antes de Isaac Newton formular a teoria da gravidade – aparentemente, inspirado por uma maçã caindo de uma árvore, segundo consta.
Os autores do estudo analisaram diagramas nos cadernos agora digitalizados de Da Vinci, incluindo esboços de triângulos que mostram a relação entre o movimento natural, o movimento direcionado e a equalização do movimento – um reconhecimento de que a gravidade é um tipo de aceleração.
No caso do italiano, que além de artista também foi cientista (entre outras atribuições), em vez de uma maçã, isso envolvia areia derramada de um frasco.
O que ele percebeu foi que, se o frasco fosse puxado ao longo de um plano horizontal na mesma velocidade da força que empurrava os grãos para baixo, a areia formaria a hipotenusa de um triângulo.
Essa percepção da mudança na velocidade que um objeto em queda sofre ao longo do tempo representou um passo crucial no caminho para encontrar a constante gravitacional na Terra.
Cerca de 500 anos atrás, Leonardo da Vinci tentou descobrir o mistério da gravidade e sua conexão com a aceleração através de uma série de experimentos engenhosos guiados apenas por sua imaginação e técnicas experimentais magistrais
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