
Conforme noticiado pelo Olhar Digital, uma poderosa tempestade solar, a mais forte dos últimos seis anos, atingiu a Terra na madrugada desta sexta-feira (24). Apesar dessa magnificência, os meteorologistas espaciais não conseguiram prever o evento, sendo pegos de surpresa.
Igualmente surpreendentes foram as auroras provocadas pelo fenômeno, que, por volta da 1h40 da manhã (pelo horário de Brasília), atingiu o nível G4 em uma escala definida pela Administração Oceânica e Atmosférica dos EUA (NOAA) que vai até 5 graus.
A ferocidade inesperada da tempestade tornou as auroras visíveis até em latitudes mais baixas, como o sul dos estados norte-americanos do Novo México e de Colorado, além dos locais já acostumados ao espetáculo, como o Alasca, Canadá e norte da Europa.
Check out this amazing Timelapse of last night’s #NorthernLights! Simply amazing! Check out that burst of energy a couple seconds in! #mnwx #abc6wx🎥 Jason Stromback – Kasson, MN pic.twitter.com/RKNPiOwS4S
Late-night watchers near London, Ont. were left in awe as the Aurora Borealis made a rare appearance in southern Ontario, where it's not typically visible.#AuroraBorealis #northernlights pic.twitter.com/gjz75ebP7w
Tempestades geomagnéticas são distúrbios no campo magnético da Terra causados por ejeções de massa coronal (CME) – grandes jatos de plasma e campo magnético da atmosfera do Sol. Acontece que essa tempestade geomagnética em particular foi desencadeada por uma CME “furtiva” que – como o nome sugere – é bastante difícil de detectar.
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