
“Daqui a 100 anos, as pessoas conseguirão ter acesso às coisas nas quais você trabalhou durante sua vida?”
Essa pergunta foi feita por Martin Eve, da Universidade de Londres. Ele é o autor de um estudo que acabou de revelar o “sumiço” de mais de 2 milhões de artigos científicos na internet.
Ele pesquisou mais de 7 milhões de papers para chegar a essa conclusão. Desse total, 27,64%, ou 2.056.492 obras não foram devidamente armazenados e estão “perdidas” na web.
A pesquisa foi publicada no Journal of Librarianship and Scholarly Communication.
Antes de explicar isso, é importante deixar claro que esses artigos possuem uma identificação própria, chamada de DOI, sigla para Digital Object Identifier.
O grande problema é que muita gente não fez essa solicitação para a empresa responsável pelo depósito. Resultado: mais de 2 milhões de artigos estão “perdidos” na web.
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