
Christina Koch, a astronauta da Nasa recordista feminina em permanência no espaço, que passou 328 dias em órbita, continua sua missão de inspirar a próxima geração de exploradores. Koch também detém o título de segundo tempo mais longo de permanência no espaço, logo atrás de seu colega Scott Kelly, também da Nasa, que ficou 340 dias longe da Terra.
Enquanto esteve a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS), Ela participou de uma variedade de investigações científicas, incluindo alguns experimentos conduzidos por estudantes.
Para Koch, além da ciência que os astronautas trazem de volta à Terra, e da exploração e descoberta, a educação STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática) e a inspiração são muito importantes e têm um impacto muito positivo. “Acho que esta é uma das maiores razões pelas quais é tão importante ter um programa de voo espacial tripulado”, declarou Koch em entrevista ao site Space.
Ela é uma grande defensora de inspirar a próxima geração de cientistas e exploradores e, como tal, participou, lá do espaço, de algumas atividades importantes em STEM. Uma dessas atividades foi uma série de experimentos projetados por alunos de um programa de pesquisa norte-americano chamado Genes no Espaço.
Patrocinado pela Boeing, o programa é um concurso voltado para alunos da 7ª à 12ª série (dos EUA) que os desafia a projetar um experimento usando DNA para resolver um problema real no voo espacial. O experimento do aluno vencedor então voa na estação espacial e é realizado pela tripulação a bordo.
“Estar no espaço foi incrível. Fiquei na ISS por cerca de 11 meses e, com nossa missão principal sendo ciência, fiquei super animada em ajudar na pesquisa”, disse Koch. “Tenho alguns experimentos que se destacam em minha mente como sendo memoráveis por várias razões, e o Genes no Espaço é definitivamente um deles”.
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