
Sempre que se ouve falar sobre vida extraterrestre, as pessoas comuns logo pensam em seres bastante parecidos fisicamente com os humanos – ainda que tenham olhos maiores, pele esverdeada, pernas compridas, mãos com apenas dois dedos e tudo o que a imaginação permitir.
E chega a ser quase frustrante quando clicamos em uma notícia a respeito de suposta descoberta de vida alienígena e percebemos que se tratam de possíveis sinais microbiológicos ou qualquer outra coisa bem diferente do que aquilo que a vida inteira o cinema e a televisão enraizaram em nosso imaginário.
No entanto, para alegria – ou desespero – geral, existe, sim, uma procura da Nasa e de outras agências espaciais por manifestações de vida inteligente fora daqui, e não apenas por “micróbios marcianos”.
Afinal, ainda que essas pesquisas sobre vida primitiva sejam extremamente importantes para a ciência de modo geral, nós queremos saber é se algum ET barrigudinho de cabeça ovalada pode aparecer do nada em nosso quintal, acender uma luzinha vermelha na ponta do dedo e pedir carona de volta para casa no cestinho da nossa bicicleta — uma referência que faria a geração atual nos chamar de cringe.
De qualquer forma, a verdade está lá fora, e é ela que os pesquisadores da agência espacial norte-americana e do Instituto de Busca de Inteligência Extraterrestre (SETI) estão procurando.
Grande parte das pesquisas do Instituto SETI envolve a varredura do espaço em busca de sinais de luz e rádio como indicadores de vida extraterrestre. E, mais do que isso: ele também está procurando objetos maiores, que os astrônomos chamam de megaestruturas alienígenas.
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