
Um dos maiores imperadores da antiguidade, Alexandre, o Grande, expandiu seu império por quase toda a Ásia menor e Mesopotâmia. A unificação do Mediterrâneo oriental sob seu comando resultou na formação de uma cultura singular, amalgamando características gregas com traços regionais. Sua morte misteriosa, aos 33 anos, intriga historiadores até hoje. Mas, o que aconteceria se Alexandre tivesse dado meia volta e invadido a Itália?
Ao ascender ao trono da Macedônia, em 336 a.C., Alexandre herdou de seu pai, o rei Filipe II, um poderoso exército. Com esse efetivo, ele buscou tornar-se ainda mais poderoso, com a expansão e consolidação do Império Helênico.
Para alcançar esse objetivo, empreendeu uma bem-sucedida campanha militar, mirando nas grandes riquezas naturais e materiais do Império Persa. Por isso, Alexandre marchou para o oriente, contando com o apoio de algumas cidades-estados gregas.
Alexandre foi educado durante sua adolescência pelo filósofo grego Aristóteles, o que imprimiu no então jovem príncipe um grande apreço pela cultura helênica. Alexandre se preocupou em difundir a cultura grega em todos os lugares onde assentou seu exército.
Um exemplo marcante desse intercâmbio cultural foi a introdução do uso de moedas, originalmente cunhadas pelos gregos no final do século 7 a.C. Posteriormente, essa prática tornou-se comum nos territórios conquistados por Alexandre.
Porém, sua morte precoce aos 33 anos encurtou sua expansão e seu poderoso império ruiu logo após. Mas, o que teria acontecido se, ao invés de buscar as riquezas do Oriente, Alexandre tivesse mirado seus olhos no Mediterrâneo ocidental?
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