
Quando pensamos em pré-história, com certeza a primeira coisa que vem à nossa cabeça são seus animais que já foram extintos, principalmente os dinossauros. Há muito tempo, o planeta Terra era tomado por diversas espécies que, agora, só podemos conhecer através de fósseis e com a ajuda da reprodução feita com inteligência artificial.
E, então, vem à mente um questionamento interessante: por que havia mais animais gigantes naquela época? Aliás, por que não existem mais tantos animais terrestres que são grandes como antigamente? E falamos terrestre, pois no ambiente marinho temos a baleia-azul, o maior animal que já existiu de acordo com o registro fóssil.
Se há um tempo atrás os animais gigantes eram a maioria, ocupando diversos espaços pelo planeta, deve haver boas razões que justifiquem a escassez atual deles. Veja abaixo o motivo na matéria.
A megafauna do Pleistoceno, uma época geológica que começou há 2,58 milhões de anos e acabou há apenas 11 mil anos, foi o grupo mais recente de gigantes, quando a era glacial mais recente se encerrou e o ser humano começou a praticar a agricultura em larga escala. Comparando com os padrões da história da Terra, esse período representa um passado bastante recente.
Essa fauna era composta por preguiças e capivaras gigantes que habitavam a América do Sul, além de mamutes, mastodontes, rinocerontes lanudos e tigres-dente-de-sabre, bastante conhecidos por terem sido representados em filmes como “A Era do Gelo”.
A extinção desses animais foi causada, em partes, pelos próprios seres humanos, uma vez que herbívoros imensos foram alvo de caçadores Homo sapiens. Outro fator foi a mudança em diversos ecossistemas ocasionadas pelo aquecimento do planeta. Entre os especialistas, não há um consenso sobre a parcela de culpa exata de cada fator.
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